quinta-feira, 14 de agosto de 2008

introdução histórica

Bahía de los Cochinos


A Baía dos Porcos (em espanhol, Bahía de los Cochinos) é uma baía na costa meridional de Cuba. É mais conhecida por causa de uma tentativa de invasão mal-sucedida por parte de mais de mil e duzentos exilados cubanos, que pertenceram ao regime de Fulgêncio Batista, apoiados pelos Estados Unidos e pela Máfia - que foram treinados e financiados pelos serviço secreto norte-americana CIA, sob o codinome "operação Magusto" [1] - e objetivava derrubar o recém-formado governo socialista liderado por Fidel Castro e assassiná-lo em 1961. Depois de três dias de combates, os mercenários foram vencidos e Fidel declarou vitória sobre o imperialismo americano.
Fidel já esperava uma ataque direto a ilha [1] , tendo sido alertado previamente por Che Guevara que presenciara um ataque semelhante à revolução ocorrida na Guatemala. Com a invasão iminente, Fidel anuncia em discurso no dia 16 de abril de 1961, pela primeira vez, o caráter socialista da revolução e no dia seguinte tem início o ataque à ilha, na praia de Giron, localizada na Baia dos Porcos. O governo norte-americanos treinou 1297 exilados cubanos oriundos da ditadura de Fulgêncio Batista em Miami através da CIA para destruir o governo de Fidel Castro. Com seu planejado apoio pela força aérea americana tendo sido vetado por Moscou, a "operação Magusto" da CIA acabou sofrendo uma derrota arrasadora, e em 72 horas foi sufocada por forças governamentais cubanas.

No dia 18 de abril de 1961 o primeiro ministro da União Soviética, Nikita Kruschev, enviou enérgica carta ao presidente Kennedy na qual demonstrou claramente a indignação da União Soviética em relação à essa invasão e conclamou Kennedy a interrompê-la para evitar o perigo de uma conflagração generalizada:
"Moscou, 18 de abril de 1961, 14h00" (06h00 em Washington) [2]

"Senhor Presidente, estou enviando-lhe esta carta numa hora de alarme, assustado com o perigo da paz em todo o mundo. Uma agressão armada teve início contra Cuba. Não é segredo para ninguém que os bandos armados invadindo aquele país foram treinados, equipados e armados nos Estados Unidos da América. Os aviões que estão bombardeando as cidades cubanas pertencem aos Estados Unidos da América, as bombas que estão lançando foram fornecidas pelo Governo Americano." [2]

"Tudo isso desperta aqui na União Soviética um compreensível sentimento de indignação por parte do Governo Soviético e do povo soviético." [2]

"Suas declarações, feitas há poucos dias atrás, de que os EUA não participariam de atividades militares contra Cuba criaram a impressão que os principais líderes dos Estados Unidos estavam levando em consideração as conseqüências para a paz geral, e para os próprios EUA, que uma agressão contra Cuba poderia representar. Como pode o que está sendo feito pelos Estados Unidos ser compreendido, quando um ataque contra Cuba agora se tornou um fato ?" [2]

"Ainda não é tarde demais para evitar o irreparável. O Governo dos EUA ainda tem a possibilidade de não deixar a chama da guerra, iniciada pelas intervenções em Cuba, se tornar uma conflagração incomparável. Sr. Presidente, dirijo-me a V. Exciª um urgente apelo para que ponha um fim à agressão contra a República de Cuba. Os armamentos militares e a situação política mundial hoje em dia é tal que qualquer uma das assim chamadas "pequenas guerras" pode deflagrar uma reação em cadeia em todas as partes do mundo." [2]

"No que concerne à União Soviética não deve haver engano sobre nossa posição: Nós forneceremos ao povo cubano e a seu governo todo o apôio necessário para repelir o ataque armado a Cuba (...) [2]

"(...)Espero que o governo dos EUA vá considerar nossas posições, ditadas pela única preocupação de não permitir passos que possam conduzir o mundo a uma catástrofe militar." [2]
(Ass.) "Nikita Kruschev" [2]

Calendário Histórico

1961: A invasão da Baía dos Porcos


Fidel Castro durante a invasão da Baía dos Porcos


No dia 17 de abril de 1961, a agência de notícias UPI divulgou ter recebido uma nota do embaixador argentino em Cuba, Julio Amoedo, sobre uma força invasora que havia desembarcado no sul da ilha de Fidel Castro.
De acordo com um relatório divulgado em Washington, em 22 de fevereiro de 1998, pelo Arquivo Nacional de Segurança dos EUA, a operação militar havia começado a ser planejada pela Agência Central de Inteligência (CIA) em agosto de 1959, por ordem do presidente Dwight Eisenhower. A idéia inicial era preparar exilados cubanos para se infiltrarem em Cuba e organizarem uma dissidência anticastrista. Para tanto, a CIA lançou, em março de 1960, seu Programa de Ação Encoberta Contra o Regime de Castro, com um orçamento previsto de 4,4 milhões de dólares.
O documento de 150 páginas – escrito em fins de 1960 pelo almirante Lyman Kirkpatrick – revela que, em setembro de 1960, passou a dominar a idéia de um ataque armado. A CIA estava convencida de que poderia derrubar Fidel Castro, da mesma forma como havia deposto o governo reformista de Jacobo Arbenz, na Guatemala, em 1954. A agência de espionagem garantia que o povo cubano, farto de entrar em filas, esperava um sinal de rebelião. O objetivo estratégico dos EUA, no entanto, era conter um alastramento do comunismo na América Latina.
Rebelião interna simulada
Para executar a invasão, exilados cubanos e herdeiros das empresas norte-americanas nacionalizadas pelo governo de Fidel Castro, formaram o Exército Cubano de Libertação, com armamentos norte-americanos e bases de treinamento no Panamá e na Guatemala. Para simular uma rebelião interna do exército cubano, os aviões dos EUA envolvidos na invasão foram camuflados com a estrela da força aérea de Cuba.
Atrás da chuva de panfletos e dos bombardeios, cerca de 1400 homens invadiram os pântanos da Praia Girón, conhecida como Baía dos Porcos, no dia 17 de abril de 1961. Três dias depois, eles estavam derrotados. Segundo o governo cubano, 176 pessoas morreram nos combates, mais de 300 ficaram feridas e 50 incapacitadas para toda a vida.
Má execução do plano leva a fracasso
Em 1998, o governo norte-americano admitiu que a operação Baía dos Porcos estava condenada ao fracasso desde o começo. A tentativa de derrubar Fidel Castro teria sido "ridícula, trágica ou ambas as coisas". A principal causa do fracasso teria sido sua má execução e não o fato de o presidente John Kennedy não ter autorizado o apoio da Força Aérea dos EUA aos invasores, como afirmaram durante anos os exilados cubanos e os adversários políticos de Kennedy.
A invasão da Baía dos Porcos foi apenas uma das muitas tentativas norte-americanas de derrubar Fidel Castro. No último dia 11 de abril, o jornal Gramma Internacional – ligado ao governo cubano – informou que 294 navios de pesca, 78 aviões, 135 escolas, 63 sedes diplomáticas ou consulares de Cuba foram alvo de ações de sabotagem e terrorismo financiadas pelos Estados Unidos, nos últimos 40 anos. O governo e oito organizações sociais cubanas pediram uma indenização de 121 bilhões de dólares aos EUA por danos econômicos causados ao país durante este período. (gh)

take 2
Os EUA contestaram o reatamento das relações com a URSS e suspenderam a ajuda económica a Cuba. Por parte do novo regime cubano, surgiram acusações de os EUA desencadearem acções de sabotagem. A separação era cada vez mais evidente. Em 29 de Junho de 1960 o governo cubano confiscou a refinaria da Texas Oil Company, porque não aceitava petróleo soviético, e dias depois foram as refinarias da Shell e Esso. Como represália, Eisenhower decretou a redução em 25% da quota de importação de açúcar. (700 mil toneladas). O azedar das relações teve um outro passo em Outubro quando Fidel decretou a nacionalização dos prédios urbanos e os EUA responderam proibindo quase todas as exportações para Cuba. O embargo total foi dado em Dezembro e em 3 de Janeiro de 1961 deu-se a ruptura diplomática, já com John Kennedy na Casa Branca. Três meses depois, em Abril, aviões dos EUA bombardearam alguns alvos na ilha - preparando a invasão a partir da Baía dos Porcos - e horas depois o governo cubano anunciou que a revolução era de tipo socialista.Após o fracasso da tentativa dos anticastristas tomarem o poder, seguiram-se várias conspirações, tentativas de subversão e eliminação física de Fidel, mas nenhum objectivo foi conseguido, a não ser, fortalecer a popularidade do «comandante». Em 3 de Fevereiro de 1962 Kennedy ordenou o bloqueio total. O ponto mais «quente» das inimizades entre Cuba e os EUA teve lugar em Outubro. No dia 14 um avião espião revelou que a URSS estava a instalar na ilha rampas de lançamento de mísseis de alcance intermédio e estruturas para bombardeiros com presumível capacidade nuclear.No dia 22, com o apoio dos aliados da Nato, Kennedy decretou a «quarentena» naval sobre Cuba e advertiu que a intenção da frota soviética de violar o bloqueio naval constituía um caso de guerra. Em 28 de Outubro, Krushchev, temeroso das consequências de um confronto nuclear directo, cedeu e mandou aos seus barcos dar meia volta. Em troca, os Estados Unidos levantaram o bloqueio naval e comprometeram-se a não invadir ou financiar a invasão da ilha. [in blog cubalivre]
take 3
Invasão Da Baia Dos Porcos
Por Fábio Paulo da Silva

Políticas e mentes ante a um conflito

Isso é um símbolo para todos os povos oprimidos. É a primeira derrota do imperialismo na América Latina, mas também é uma das primeiras derrotas do imperialismo em escala mundial. (Ernersto "Che" Guevara). [1]
Este ensaio faz referência à invasão da Baia dos porcos, em 16 de abril de 1961, objetivando elucidar as razões pelas quais os Estados Unidos não obtiveram êxito nessa investida sobre o território cubano. Para tanto, os argumentos aqui apresentados tem a finalidade de responder a seguinte questão: Que razões levaram os Estados Unidos a não utilizar seu oficial poderio militar para a invasão a Cuba? Evidentemente é importante destacar que na prática, Cuba nunca representou perigo aos americanos, portanto não se fazia necessário uma investida direta ao território cubano. No entanto a preocupação por parte dos Estados Unidos estava mais ligada aos encaminhamentos ideológicos que o país caribenho estava tomando e a repercussão mundial que suas atitudes no sentido de encorajar outros grupos de esquerda pelo mundo.
O jornal Folha de São Paulo noticiava na terça-feira, 18 de abril de 1961:
MIAMI, 17 - Forças rebeldes invadiram Cuba pelo ar e por mar, travando, hoje, uma sangrenta batalha nos pântanos situados a uns 150 quilômetros a Sudeste de Havana, e pareciam haver feito recuar as forças do primeiro-ministro Fidel Castro na arremetida inicial, segundo informações radiofônicas incompletas recebidas nesta cidade.
A Frente Revolucionaria, presidida por José Miro Cardona, parece haver lançado em ação uns 5.000 combatentes no termo de 48 horas.
O primeiro-ministro Castro assumiu pessoalmente o comando de todas as forças armadas cubanas, substituindo em tais condições o presidente da Republica, Osvaldo Dorticos.
(...)A Cruz Vermelha da ilha também anunciou pelo radio que havia "muitos feridos" em Jaguey Grande, pequena localidade situada a 27 quilômetros ao norte da zona de invasão e a uns 32 quilômetros da costa.
Não se pôde determinar, contudo, se a referencia a Jaguey Grande significava que os invasores haviam avançado profundamente em território cubano ou se a localidade era utilizada como centro de evacuação de feridos. [2]
A invasão que a matéria se refere ficou conhecida como invasão da Baia dos Porcos. Segundo Vizentini as tropas contra-revolucionárias, organizadas pela CIA, foram facilmente derrotadas no território cubano. Um dos principais motivos da derrota era a expectativa dos EUA em alcançar o apoio popular, o que efetivamente não aconteceu. Os estadunidenses esperavam que houvesse uma indisposição popular em aceitar o governo revolucionário de Fidel Castro. [3]
Fidel Castro, que no início de 1961 era primeiro ministro de Cuba, liderou um grupo de guerrilheiros que desencadeou desde 1956 uma revolução popular. O levante alcançou seu objetivo em 1º de maio de 1959, com a derrubada do ditador Fulgêncio Batista. Mesmo promovendo reformas moderadas, o novo governo, recebeu forte oposição do governo estadunidense, que dominava a maior parte da economia de cubana, e dessa forma, incidiu uma forte pressão econômica e diplomática sobre a Ilha. [4]
Em informações não oficiais, as forças anti-revolucionárias eram formadas por cerca 1.500 soldados, sendo que 194 deles tinham sido militares do governo de Fulgêncio Batista que estavam equipados com 31 aviões, 15 bugues, uma companhia de tanques, diversas armas portáteis, além de morteiros e pistolas [5]. Estes números, porém, diferem do efetivo de 5.000 homens, destacados anteriormente na matéria do jornal Folha de S. Paulo. Dois dias antes das tropas desembarcarem na praia de Girón, há 150 quilômetros ao sul de havana, foi promovido um bombardeio aéreo a algumas bases militares cubanas, pela força aérea norte americana. [6]
Após três meses no governo, Kennedy autorizou operação clandestina de contra-revolucionários montado pela CIA. O desembarque na Baía dos Porcos (16/04/1961) foi derrotado com certa facilidade, frustrando as expectativas americanas de encontrar apoio popular para derrubar Castro. [7]
A contra partida ao resultado da operação articulada pelo governo estadunidense foi que Fidel Castro proclamou a adoção do socialismo no país caribenho, fronteiriço às águas pertencentes ao território estadunidense em primeiro de Maio do mesmo ano [8]. Mesmo assim, é importante salientar que a Revolução Cubana não teve cunho de reforma política no sentido de promover o comunismo, pois como René Remond afirma:
o partido comunista só desempenhou, de fato, um papel muito reduzido, e que se junta em seguida ao bloco das revoluções comunistas. [9]
Em 1º de maio de 1961, menos de um mês após a invasão da Baia dos Porcos, Castro proclama a adoção do regime socialista, com orientação marxista-leninista. Esta proclamação causou furor para os dirigentes americanos, que trataram de realizar uma série de embargos econômicos e políticos aos cubanos, inclusive expulsando-os da Organização dos Estados Americanos (OEA). Dessa forma, a política estadunidense acaba promovendo a aproximação de Cuba ao bloco soviético, tanto no plano econômico como no político [10]. Isso um ano mais tarde, acarretará no que se denomina a crise dos mísseis, ocorrido pela implantação de base militar soviética em Cuba.
Ainda sobre o inconsistente engajamento inicial de Cuba ao comunismo, Hobsbawn afirma que o partido comunista cubano não era sequer simpático a Fidel Castro [11]. Portanto, a característica comunista do regime cubano, pode ser entendida como um efeito da oposição aos estadunidenses e não como um objetivo inicial da revolução, o que forçou uma conseqüente aliança com os soviéticos.
Acerca do caráter não-comunista de Cuba, Hobsbawm acrescenta sobre as relações do governo revolucionário cubano e o Partido Comunista:
As relações entre eles eram visivelmente geladas. Os diplomatas e conselheiros americanos debatiam constantemente se o movimento era ou não pró comunista [...], mas claramente conclui que não era. [12]
Esta conclusão fora uma das razões pelas quais os estadunidenses não colocaram em ação seu exército oficial para derrubar o governo de Fidel Castro, ou seja, no início não era explícito que acontecera uma revolução no sentido comunista, mas sim, uma revolução popular contra um governo autoritário.
No entanto, apesar da Revolução Cubana não ter causado qualquer perigo iminente ao poderio dos EUA, a revolução conseguiu atrair a atenção de praticamente todas as esquerdas do mundo ocidental. A forma com que os cubanos encaminharam sua revolução encorajava outros grupos oposicionistas pelo mundo e era visto como um modelo, até mesmo, para os críticos da União Soviética, pois a política fidelista coexistia com o capitalismo a cem milhas da maior nação capitalista do mundo [13]. Portanto, além do caráter político e militar está em jogo o mental, ou seja, não se sabia até que ponto uma ilha revolucionária, agora oficialmente comunista, às portas do motor capitalista do mundo, poderia intervir em seu poderio continental.
Mesmo Cuba não representando um perigo para a economia americana, era vista como um incômodo, principalmente do ponto de vista ideológico, encorajando outros países da América Latina, Ásia e África a promover a Revolução [14] e, além disso, eram avalizados e protegidos pela União Soviética. Na época os Estados Unidos já se impressionavam com o avanço tecnológico soviético e a competitividade econômica do Japão e Europa Ocidental [15], herdeiros do Plano Marshall. Por isso parte dos estadunidenses a iniciativa de colaborar com um grupo de exilados, treinados e armados pela CIA para derrubar Castro, sem se expor oficialmente, para tentar sufocar o germe de problemas futuros. Portanto, a verdade é que:
A revolução castrista criara um clima de perplexidade nos Estados Unidos, permitindo aos países latino americanos aprofundar suas reivindicações e desenvolver uma diplomacia relativamente autônoma nas nações maiores como México, Brasil e Argentina [16]
Conclui-se também que não seria salutar para os Estados Unidos utilizar todo o seu poderio bélico contra Cuba, até porque, como se pode perceber não havia motivos evidentes para isso. Ainda que houvesse motivos, a Ilha fica a pouco mais de cem milhas da costa estadunidense; utilizar armamentos pesados seria arriscado para a sua própria população. O presidente John Kennedy se utilizou do patrocínio a exilados anti-castristras para a operação. No entanto, até hoje, a invasão à Baia dos Porcos é conhecida como a principal derrota estadunidense, em seu próprio continente.
Realmente foi uma derrota considerável para os EUA, mesmo com as ressalvas militares elencadas anteriormente, até porque não há a intenção de se quantificar o poderio militar de cubanos e estadunidenses na década de 1960, mesmo porque se fosse isso seria apenas uma descrição quantitativa e as diferenças a meu ver são desproporcionais. A questão é que no período em questão, o que está em jogo não são apenas armamentos e soldados, mas políticas e mentes unidas com o objetivo de solidificar uma ou outra ideologia.
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Bibliografia:
-HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: O breve sáculo XX 1914-1991I. Trad. Marcos Santarrita. Ver. Técnica Maria Cecília Paoli. 2ª ed, 12ª impressão. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
-RÉMOND, René. O Século XX: de 1914 aos nossos dias. Trad.: Octávio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix, 1974.
-VIZENTINI, Paulo Fagundes. História do Século XX. 2ª Edição. Porto Alegre: Editora Novo Século, 2000.
-Folha de S. Paulo, 18 de Abril de 1961, disponível em acesso dia 02/06/2004.
-GOMES, Joaquim. Baía dos Porcos: CIA é destroçada pelas tropas de Fidel. Disponível em: Acesso em 27/06/2004.
-PIZANO, Daniel Samper. La Bahía de los Cochinos - 40 años después. Publicado em: EL TIEMPO, Colombia, 8 de abril de 2001. Disponível em: . Acesso dia 02/06/2004.
- acesso dia 02/06/2004.
- acesso dia 02/06/2004.
[1] GOMES, Joaquim. Baía dos Porcos: CIA é destroçada pelas tropas de Fidel. Disponível em: Acesso em 27/06/204.
[2] Texto original da Folha de S. Paulo, 18 de Abril de 1961, disponível em acessado em 02/06/2004.
[3] VIZENTINI, Paulo Fagundes. História do Século XX. 2ª Edição. Porto Alegre: Editora Novo Século, 2000. P.125-126.
[4] Ibidem. P.125-126.
[5] Disponível em acessado em 10/06/2004.
[6] PIZANO, Daniel Samper. La Bahía de los Cochinos - 40 años después. Publicado em: EL TIEMPO, Colombia, 8 de abril de 2001. Disponível em: . Acesso dia 02/06/2004.
[7] VIZENTINI, 2000. P.126.
[8] Idem
[9] RÉMOND, René. O Século XX: de 1914 aos nossos dias. Trad.: Octávio Mendes Cajado. São Paulo. Cultrix, 1974.
[10] VIZENTINI, 2000. P.126.
[11] HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: O breve sáculo XX 1914-1991I. Trad. Marcos Santarrita. Ver. Técnica Maria Cecília Paoli. 2ª ed, 12ª impressão. São Paulo. Cia das Letras, 1995. P.427.
[12] HOBSBAWM, 1995. P.427.
[13] Ibidem. P. 427-428.
[14] Ibidem. P. 429-430.
[15] Ibidem. P.127.
[16] VIZENTINI, 2000. P.125.

Referências